terça-feira, 12 de julho de 2011

Como sobreviver à morte do Sol

  
Em 1 bilhão de anos, o aquecimento do Sol vai evaporar nossa água e deixar a Terra inabitável. O mesmo calor deve tornar Marte um bom lugar para viver. Basta que o gelo sob a superfície derreta, garantindo o suprimento de água. 



As coisas ficarão quentes em Marte em 5,5 bilhões de anos, com o fim do hidrogênio, principal combustível do Sol. A estrela inchará e o calor será insuportável. É o caso de mudar para a perifa, onde residem Plutão e os cometas. 

   
Em 7 bilhões de anos, o Sol concluirá a 1ª fase de expansão, tornando-se uma estrela gigante com diâmetro 166 vezes maior que o atual. Mesmo lá de Plutão será impossível olhar para o Sol sem proteção para a vista. 
 
O Sol voltará a encolher assim que aprender a usar hélio como combustível. É a hora de fazer uma excursão de despedida à Terra. Cuidado para não ficar muito tempo: essa fase dura apenas uns 100 milhões de anos. 
 


 

O hélio um dia acaba e o Sol volta a inchar. Ele perde camadas externas até expor o núcleo morto. A partir daí, a temperatura só cai. Restará apenas uma bola do tamanho da Terra, incapaz de gerar calor para sustentar a vida. 



  Compre um terreninho próximo a uma estrela que lhe garanta calor. Uma dica é procurar a estrela de Barnard, mais próxima entre as anãs-vermelhas, estrelas mais longevas do Universo. Está a 6 anos-luz do sistema solar.









[Copiado descaradamente do site da Super Interessante]

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